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Que susto – taxista?
Olá!
Meus queridos passageiros
Essa semana transcorreu bastante calma, com muito chuvisco e aquela garoa típica de São Paulo, deixou a nossa Sampa com ares de dias de inverno, isso tudo em pleno verão.
Pois é estamos aí próximo da maior festa popular do país, e como vocês sabem o nosso Brasil só começa a trabalhar realmente após o carnaval, diante disso estamos caminhando bem devagar, num passo bastante lento.
Nessa quinta-feira estava em meu ponto, quando apareceram a duas passageiras, aquelas de Curitiba, que um pouco atrás relatei o caso das “hemorróidas”, lembram-se? – então, elas entraram em meu carro e seguindo para o destino pretendido, fomos conversando, relembrando a corrida efetuada anteriormente, inclusive fomos dando risadas, pois ficou bastante marcado pelo caso das famosas moléstias, que uma delas tinha e que eu havia indicado-lhe um remédio. Essa passageira das “hemorróidas” lembrou-se que naquela mesma semana havia sido transportada por um outro taxista e que conversando do caso dentro de seu veículo, descobriu que o mesmo era o meu genro. Daí começaram a rir e a reviver o caso.
Bom só fiz essa retrospectiva, para que vocês pudessem lembrar do caso, pois como eu estava dizendo, nessa quinta-feira peguei-as novamente e num dado momento, após atravessar a Av. Cidade Jardim, quase fui abalroado em meu lado, por um outro veículo que totalmente errado tentou atravessar a Av. Faria Lima, de um lado para o outro, seguindo as orientações de um mais desorientado, um motorista de ônibus.
O veiculo, esse errado, parou poucos centímetros de minha lateral, justamente nesse lado estava a passageira das hemorróidas, que bastante espantada e assustada, disse espontaneamente:
“Moço que susto, minhas hemorróidas sumiram depois dessa”
Não sabia se tremia pelo caso ou se ria pela reação da passageira, a sua reação foi tão espontânea, e bem colocada que realmente fez com que aquele susto passasse rapidamente.
Chamei atenção do motorista do ônibus, que poderia ser o causador de um grave acidente, e continuamos a corrida.
Essas situações de sustos no trânsito são normais, pois vivemos de quatorze a dezesseis horas por dia, rodando em São Paulo.
Bem por hoje é só, gostaria mais uma vez de agradecer a todos aqueles que gentilmente vem prestigiando o meu blog.
Abraços.......
Escrito por Luiz Carlos às 16h37
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